
O sonho de dar adeus ao pedal da embreagem e ao “troca-troca” de marchas no trânsito é o que leva muitos motoristas a procurar um carro automático. Mas aí começa a confusão: a sopa de letrinhas nos anúncios (AT, CVT, I-Motion, Dualogic) pode te deixar mais perdido que GPS sem sinal.
A verdade é que existem “mundos” de tecnologia diferentes por trás da simples conveniência de não trocar de marcha. Entender a diferença entre câmbio automático, automatizado e CVT é crucial para fazer uma boa compra e não ter surpresas desagradáveis.
Vamos traduzir o “engenharês” para você.
É o mais tradicional e conhecido. Quando alguém fala “câmbio automático”, geralmente está se referindo a este.
Este foi a tentativa da indústria de baratear a tecnologia automática, mas sua fama não é das melhores.

CVT significa “Transmissão Continuamente Variável”. É uma tecnologia que vem sendo cada vez mais adotada, principalmente por marcas japonesas.

Não há resposta errada, apenas perfis diferentes. A tabela abaixo resume tudo:
| Tipo | Principal Vantagem | Principal Desvantagem | Ideal Para |
| Automático | Conforto e Suavidade | Custo e Consumo um pouco maior | Quem busca o máximo de conforto |
| Automatizado | Manutenção mais barata | Trancos e lentidão nas trocas | Quem busca o menor preço de compra |
| CVT | Economia de Combustível | Sensação de aceleração linear | Quem busca a máxima suavidade e economia |
Nosso conselho: Se busca conforto acima de tudo, vá de Automático. Se busca a máxima economia de combustível e não se importa com a sensação diferente, o CVT é seu número. Se encontrou um Automatizado com um preço muito bom, faça um test-drive longo no trânsito para ter certeza de que os “soluços” não vão te irritar.
Qual tipo de câmbio você prefere? Já teve alguma experiência (boa ou ruim) com um automatizado ou CVT? Conte sua história nos comentários!






